Domingo, 1 de Novembro de 2009
La Union ou... A união faz a força!

 

La Union!
Terra mineira… Ou melhor, terra que já foi mineira, mas preserva um ar arrumado, limpo… Percebe-se que respeita alguns belos edifícios com história, transmitindo-nos a impressão de que este lugar tem personalidade própria.
Desconheço por completo a sua história factual, oficial, mas também não me esforço por conhecê-la… Estou mais atento às impressões que me deixou nas dezenas de vezes que a atravessei e uma ou outra vez que por lá parei entre os anos 1994 e 2001…
É impressionante como uma terra com locais interessantes e edifícios bonitos consegue manter estes sinais saudáveis quando tudo à sua volta é destruição…
Será que as pessoas de La Union se uniram e lutaram contra a adversidade? O determinismo que transforma muitos locais semelhantes a este em sítios fantasma parece não ter vingado em La Union…terra que acaba por ser bonita, quase acolhedora e se encontra cercada por serranias que jazem mortas, pois foram esventradas e sugadas durante séculos e hoje transpiram um silêncio de funeral… invade-me uma tristeza de morte quando revejo aquelas montanhas que parecem ter sido escombaradas por mãos de gigantes!
As largas dezenas de quilómetros que cercam La Union, tanto do lado de Cartagena, como do lado da Manga del Mar Menor, quer ainda do lado de Portman mostram ruínas aqui, desertos poluídos acolá, lagunas de água (será água?) vermelha de sangue…
Parecendo quase impossível imaginar a existência de La Union ali tão perto… Mas a cidadezinha limpa e soalheira continua lá!...
Até o jipe que nunca se negava a qualquer percurso parecia soluçar nestas paragens, parecia perder a capacidade de tracção nos demorados quilómetros de estradas secundárias rodeadas de destruição, em torno de La Union e que vão de Cartagena, com o sua imponente base naval e terminal petrolífero em cima do Mediterrâneo, até à animada estância balnear da Manga del Mar Menor, na Costa Caliente, que se veste de trajes fantasmagóricos no inverno e transborda de veraneantes e animação no estio, mas sempre a espreguiçar-se pela longa língua de areia pejada de empreendimentos turísticos que parecem entrar pelo Mediterrâneo adentro até se perderem no horizonte azul…
Que choque de imagens e contraste de paisagens, a cerca de uma centena de quilómetros de Múrcia, capital de La Huerta de Espanha, debruçada sobre o Mediterrâneo.
É estranha esta sensação de um silêncio forçado que brota destas montanhas mortas. Há sítios que parecem cemitérios, por onde se passeou uma onda predadora enorme que matou tudo à sua passagem, tal a voragem insaciável do dito desenvolvimento humano… Só as mentes menos escrupulosas e convenientemente ingénuas se apaziguarão com as desculpas da riqueza proporcionada pelo minerais, seja o ferro, carvão, estanho ou volfrâmio extraídos nestes lugares …
Saltando cerca de mil quilómetros para ocidente…
Embora o choque não seja tão forte, sinto o mesmo quando deambulo pelo Vale de Ermida, onde as torvas ainda estão à espreita para sugar quem distraidamente passe por ali e os desmontes do salta-e-pilha nos observam disfarçados pelo mato vestido de carquejas e mouteiras . Vejo o mesmo nos aterros e tanques do lodo ao Vale-do-Muro, nas montanhas artificiais de escórias que se perfilam na entrada da Barroca Grande, para quem vem do Zêzere… Sinto o mesmo em Urgeiriça, em Aljustrel, em Jales, São Domingos e em tantos, tantos lugares geograficamente longínquos, mas tão próximos, pelas imagens de matança e saque que nos transmitem!
Mas La Union parece ter sabido resistir… sobreviver… De todos estes lugares La Union parece demonstrar que foi a força da união das suas gentes que garantiu a sobrevivência de La Union, pois tudo à sua volta concorre para a sua não existência…
Quem apenas conhece a zona turística da Manga del Mar Menor – a maioria das pessoas que buscam estas paragens no verão - não imagina que a menos de duas dezenas de quilómetros existe um território sugado, qual paisagem estéril, quieta e nos sussurra ao ouvido “que estás aqui a fazer? Não vês que já nada tenho para te dar?”
No entanto, La Union, cidadezinha arrumadinha no meio deste caos parece ir sobrevivendo, aparentemente alheada a esta agressão ambiental…
Puro engano… Também a vida e as pessoas de La Union são marcadas por agressões, desatinos, ambições desmedidas, por predadores sem escrúpulos que sugam tudo à sua passagem…
É por isso que poderia estar a falar da vida e das pessoas das minas da Urgeiriça ou de Aljustrel ou de São Domingos ou… porque não, das Minas da Panasqueira…
Esta crónica de La Union poderia ter acontecido em qualquer outro lugar mineiro…
Vamos situar estes acontecimentos junto à entrada do Mercado Público de La Union, há muitos, muitos anos… na década de 60 do século passado…
 
 D. Garzon, assim era tratado pelas humildes famílias mineiras de La Union, passeava-se no seu enorme Buick, em todas as tardes de domingo, pelas localidades mineiras que naquela altura rodeavam Cartagena, onde vivia. Trabalhava no hospital local, hospital típico duma região mineira, especializado nas doenças das minas. Garzon não passava de um subchefe da secretaria do dito hospital.
Desenvolvera, no entanto, ao longo dos anos um faro canino apuradíssimo para intermediar de forma manhosa e sub-reptícia todas as necessidades e relações das famílias mineiras com o hospital local… pois todos os processos clínicos lhe passavam pelas mãos… desde a saúde, ou melhor, a falta de saúde do mineiro cheio de lesões ósseas e com os pulmões a desfazerem-se, até àquela mãe que acabara de ter uma criança e não tinha leite, precisando da receita para a lata de leite em pó que tinha de aviar na farmácia do hospital, passando por todas as situações que precisavam de tratar dos papéis para o seguro poder pagar qualquer coisa… fossem medicamentos, operações, reformas, etc…
D. Garzon conseguira instalar-se como o intermediário imprescindível de todos os cuidados de saúde transformando os direitos das pessoas em favores que prestava à humilde e ingénua população…
Se as explorações mineiras sugavam a saúde dos mineiros, logo surgia D. Garzon a sugar-lhes os parcos bens e recursos, vendendo-lhe bem caro os cuidados a que tinham direito graciosamente…
Era preciso marcar uma consulta? Sem falar com D. Garzon não se conseguiria nada antes de meio ano… Aviar a receita? Na farmácia perguntavam se já tinha o visto de D. Garzon. Fazer aquelas análises ou fazer a chapa aos pulmões que o médico tinha pedido? D. Garzon já tinha passado a ficha de marcação?
De facto D. Garzon tinha-se transformado num enorme polvo gelatinoso, com longos tentáculos que sugavam tudo e todos… Alternava entre um ar beato e rastejante quando tinha que falar com os médicos, directores ou alguém suficientemente importante para ele granjear favores que depois vendia com elevadíssimos juros ao mexilhão necessitado, apresentando-se a estes sempre altivo, com fala grossa e ameaçadora, que foi muito difícil… que teve de pagar e bem, tomando de ponta aqueles que hesitassem ou titubeassem algumas palavras sobre direitos ou dessem a entender quererem dirigir-se directamente acima dele.
A casa de D. Garzon em Cartagena era das mais confortáveis, rivalizando com a do comandante do porto e a do comandante da base naval, estando uns furos bem acima da do director do hospital e do bonito solar do engenheiro chefe da principal mina de La Union…
Como lhe convinha D. Garzon procurava não dar demasiado nas vistas e meticulosamente punha a circular histórias sobre uma tia rica de Puerto Lumbreras, onde nascera, que lhe deixara umas propriedades e algum dinheiro ou combinava com a mulher que esta se descaísse na igreja, onde era catequista, sobre grossos donativos dados à casa do órfão, ao centro de idosos, ou mesmo ao clube de futebol, mas habitualmente multiplicados por cem…
D. Garzon seleccionava cirurgicamente os seus relacionamentos e amizades…
O enorme Buick que conduzia tinha-lhe sido vendido por um capitão de-mar-e-guerra americano que tinha passado uns bons cinco anos na base naval de Cartagena, a treinar e a passar o comando de um porta-aviões para a marinha espanhola… Quando este americano desembarcou em Cartagena já tinha alguém preocupado com ele. D. Garzon arranjara-lhe, não só uma bela casa para a família, como tratou da sua integração na vida social local. O comandante americano e respectiva família jantavam praticamente todos os fins-de-semana em casa de D. Garzon, passando a vida a gabar-lhe os dotes da esposa, excelente cozinheira, para além de catequista.
A casa de D. Garzon tinha fama de ter o melhor pescado, o melhor jamon, o melhor vinho, o melhor cabrito… para não falar do recheio e do conforto que aí se respirava. Como sempre D. Garzon, quando os convidados lhe admiravam tamanho bem-estar, humilde e beatificamente comentava que devia tudo a Deus, pois se considerava um homem de sorte, com saúde e repetia a história da tia rica que se tinha finado lá na terra e lhe deixara o seu pé-de-meia…
Quinzenalmente, aos domingos à tarde, o enorme Buick estacionava em lugar praticamente reservado, num local discreto, mesmo à sombra do Mercado Público de La Union e com o enorme porta-bagagem destrancado.
Enquanto D. Garzon ia de casa em casa petiscando, recolhendo envelopes de pagamento dos serviços prestados e dizendo sempre que tinha sido muito difícil, que tinha pago isto e aquilo ou, quando a cunha ainda não tinha funcionado ou mesmo querendo fazer render o peixe, insinuava que o jamon pata preta oferecido anteriormente pela vítima tinha sido gabado pelo Sr. Doutor que ia fazer o jeito… mas que estava à espera do outro jamon, pois o porco não era coxo, pois não? gracejava D. Garzon!... Ali, mais à frente, gabava o vinho de Jumilla ou os enchidos… dizendo sempre que estava quase marcado aquele exame que era preciso ir fazer a Múrcia ou mesmo a Albacete…
Quase sempre já lusco-fusco, D. Garzon despedia-se das suas vítimas e esperançosos dos seus favores e antes de entrar no seu enorme Buick abria a bagageira e sorria ao ver a quantidade de cabazes, sacas, caixas… tudo cheio de garrafas do melhor vinho, ou de enchidos, presuntos pata negra, frutas, peixes, cabritos, tecidos de seda, excelentes lãs, etc., etc. …
Todos estes “presentes” tinham pequenas tabuletas de madeira, identificando os ofertantes… D. Garzon sorria de satisfação… olhando tamanha colheita, dando pancadinhas na enorme barriga atestada com o melhor e sentindo junto ao coração os envelopes carregados de notas de 500 pesetas…
Claro que muitos destes enchidos e presuntos eram convertidos em pesetas, já que o seu amigo Juan, dono do armazém de mantimentos das minas, lhe pagava bom dinheiro por eles…
Era sempre assim… sábados e domingos D. Garzon fazia a sua “visita” a mais de seis aldeias e vilas, onde ponteava La Union…
 
A mulher bem tentou acalmá-lo, mas Manolo estava enraivecido… e com razão!
Depois de ter dado um grande saco de enchidos, uma caixa de vinho de Jumilla e um presunto a D. Garzon, para não falar das 2000 pesetas que já tinha entregue para o operador, a ver se ele conseguia marcar a operação à perna do seu filho, para não ficar aleijado para toda a vida, ainda teve que ouvir daquele parasita, enquanto lhe comia a melhor comida que tinha em casa, que o doutor operador tinha muito que fazer, que estava muito difícil, que era preciso mais dinheiro…
Ainda por cima tinha sabido que o presunto que tinha comprado e oferecido a D. Garzon tinha voltado ao armazém… Que desplante e falta de respeito… Vender, o jamon oferecido, ao mesmo armazém onde Manolo o tinha comprado…e para cúmulo, ainda lhe perguntou se o porco não tinha outro presunto!
Isto não pode ficar assim!
Tem calma Manolo, desesperava a mulher, tentando serenar a fúria do marido.
 
 Quinze dias depois e como sempre o Buick lá estava parado, no sítio do costume e, para não variar D. Garzon lá ia de casa em casa esbragando o melhor comer que os da casa não provavam, recolhendo os envelopes, dizendo que a coisa se arranjaria, mas que está cada vez mais difícil e as cestas e cabazes a carregarem o enorme porta-bagagem do Buick…
Como sempre, lusco-fusco, D. Garzon, bem aviado, com o bolso cheio de envelopes, antes de se meter no carro, abre o porta-bagagem e…
Que é isto?!!!
O cheiro nauseabundo empestava completamente o seu Buick imaculadamente limpo…
Ao tocar com a mão numa saca, ficou cheio de raiva, ao sujar-se numa enorme taleigada de tripas de vaca a escorrerem trampa por todo o lado…
D. Garzon, a tremer de raiva, meteu-se no carro e partiu vertiginosamente de La Union…
 
Manolo e dois amigos de confiança, também espoliados por D. Garzon, tinham-se vingado… Minutos antes de D. Garzon chegar ao carro, retiraram do porta-bagagem as cestas, sacas, cabazes e barleiros bem recheados e, em seu lugar, colocaram as tripas e outras vísceras podres de animais (que pacientemente recolheram e armazenaram em local seguro, durante a quinzena anterior).
Na madrugada de segunda-feira todos as pessoas de La Union que tinham ido colocar prendas no Buick ficaram surpreendidas, já que ao abrirem a porta da rua viram aí depositados os seus bens com uma folha onde estava escrito
 
EM LA UNION, A UNIÃO FAZ A FORÇA!”
 
Só cerca de três meses depois é que o Buick foi visto em La Union…
Estava estacionado bem longe do Mercado Público e diz, quem viu, que D. Garzon saiu do carro apressado e, antes de entrar na casa que ia visitar, confirmou por três vezes que o porta-bagagem estava mesmo trancado!


publicado por CorteVale às 08:23
link do post | comentar | ver comentários (2) | adicionar aos favoritos
|


Quinta-feira, 6 de Agosto de 2009
O Menino que tinha ve...

    Eram tempos difíceis.   Os invernos eram bem mais agrestes que nos dias de hoje. Pelo menos doíam mais!   O frio par...

Ler artigo
publicado por CorteVale às 23:23
link do post | comentar | ver comentários (2) | adicionar aos favoritos
|
Sexta-feira, 17 de Abril de 2009
O Caminho da Capela

  Os segredos do Caminho da Capela… Demorou mais de hora e meia, com paragens para recuperação do fôlego e para d...

Ler artigo
publicado por CorteVale às 15:47
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Terça-feira, 17 de Fevereiro de 2009
Ilustres São-jorgenses

  Um grande Homem de Cebola   Chama-se Albertino por uma razão especial. Podia chamar-se Augusto ou Manuel, ou mesmo Jo...

Ler artigo
publicado por CorteVale às 00:54
link do post | comentar | ver comentários (3) | adicionar aos favoritos
|
Quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2009
Histórias de São-jorg...

  Um São-jorgense com Assinatura! Devo-lhe esta crónica!   Propositadamente não revelarei o seu nome. Pouco importará. ...

Ler artigo
publicado por CorteVale às 22:10
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Quinta-feira, 15 de Janeiro de 2009
São Jorge Antigo IX -...

  A inauguração da Luz Eléctrica em São Jorge, ou melhor… em Cebola!      Fecho os olhos e ainda hoje revejo o c...

Ler artigo
publicado por CorteVale às 00:53
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|
Domingo, 4 de Janeiro de 2009
Quem acode a São Jorg...

    São Jorge está a morrer! Quem lhe acode?   Não é de agora. Há muitos anos que vemos São Jorge a definhar, a perder o...

Ler artigo
publicado por CorteVale às 19:02
link do post | comentar | ver comentários (2) | adicionar aos favoritos
|

Domingo, 21 de Dezembro de 2008
São Jorge Antigo VIII

  MEMÓRIAS DE ONTEM VIVÊNCIAS DE HOJE     ONTEM – O PASSADIÇO   Este é o Passadiço na sua humildade e na sua pobr...

Ler artigo
publicado por CorteVale às 01:18
link do post | comentar | ver comentários (1) | adicionar aos favoritos
|
Sábado, 14 de Junho de 2008
"O Fantasma de José J...

 Hesitei durante muitos dias se deveria partilhar aqui – neste blog pessoal, mas pouco intimista - o meu olhar sob...

Ler artigo
publicado por CorteVale às 01:14
link do post | comentar | ver comentários (5) | adicionar aos favoritos
|

Terça-feira, 11 de Março de 2008
Porque a assinatura "...

Por tantas razões… enumerá-las seria quase impossível. CorteVale é um vulcão de imagens, de emoções, mas também a...

Ler artigo
publicado por CorteVale às 02:02
link do post | comentar | ver comentários (3) | adicionar aos favoritos
|
Quarta-feira, 25 de Julho de 2007
São Jorge Antigo VII

Vasculhando pastas antigas e apontamentos sobre São Jorge... eis que encontro mais "postais" que registam os c...

Ler artigo
publicado por CorteVale às 23:46
link do post | comentar | ver comentários (3) | adicionar aos favoritos
|

Quinta-feira, 14 de Junho de 2007
São Jorge Antigo VI

A SAGA DA CONSTRUÇÃO DA IGREJA!   Antes e durante a construção da "nova Igreja" organizaram-se inúmeros rancho...

Ler artigo
publicado por CorteVale às 12:05
link do post | comentar | ver comentários (1) | adicionar aos favoritos
|
Quinta-feira, 14 de Junho de 2007
São Jorge Antigo V

A Infância em Cebola!   Pelas caras - reconheço algumas - podemos presumir que se trata de uma imagem tirada há uns bo...

Ler artigo
publicado por CorteVale às 11:43
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Quinta-feira, 3 de Maio de 2007
São Jorge Antigo IV

  Uma pausa durante os trabalhos de demolição da  velha igreja e/ou de preparação dos caboucos da nova (?).   Muitos des...

Ler artigo
publicado por CorteVale às 22:51
link do post | comentar | ver comentários (2) | adicionar aos favoritos
|
Quinta-feira, 3 de Maio de 2007
São Jorge Antigo III

Homenagem ao espírito comunitário, à humildade e à cooperação revelada pelos Sanjorgenses durante a construção da nova I...

Ler artigo
publicado por CorteVale às 22:36
link do post | comentar | ver comentários (1) | adicionar aos favoritos
|

Quinta-feira, 3 de Maio de 2007
São Jorge Antigo II

São Jorge antigo, ou melhor: Cebola no seu esplendor. Esta foto terá sido tirada na década de 1950, ou antes... No meio...

Ler artigo
publicado por CorteVale às 22:09
link do post | comentar | ver comentários (2) | adicionar aos favoritos
|
Sexta-feira, 27 de Abril de 2007
São Jorge Antigo I

Inicío aqui uma pequena saga sobre São Jorge, sobre a sua história recente, contada através de imagens e outros testemun...

Ler artigo
publicado por CorteVale às 12:10
link do post | comentar | ver comentários (6) | adicionar aos favoritos
|

Quarta-feira, 25 de Abril de 2007
Ainda sobre São Jorge...

Afastado quase um mês deste espaço de partilha de sensações, conhecimentos e experiências, continuo focado em São Jorge....

Ler artigo
publicado por CorteVale às 19:34
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|
Sexta-feira, 30 de Março de 2007
Ainda mais difícil!...

Soberbo painel feito com vários tipos de pedra... Não está muito longe de São Jorge... Bom... é preciso andar uns bons ...

Ler artigo
publicado por CorteVale às 01:52
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Quinta-feira, 29 de Março de 2007
Quem quer jogar às ad...

Continuo nostálgico pela minha aldeia!Quem consegue adivinhar? Que local é este? Pois é, parece a cabeça de uma tartaru...

Ler artigo
publicado por CorteVale às 00:19
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|
Encosta-te a mim!
mais sobre mim
pesquisar neste blog
 
Novembro 2009
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
10
11
12
13
14

15
16
17
18
19
20
21

22
23
24
25
26
27
28

29
30


posts recentes

La Union ou... A união fa...

O Menino que tinha vergon...

O Caminho da Capela

Ilustres São-jorgenses

Histórias de São-jorgense...

São Jorge Antigo IX - A L...

Quem acode a São Jorge?

São Jorge Antigo VIII

"O Fantasma de José Júnio...

Porque a assinatura "Cort...

São Jorge Antigo VII

São Jorge Antigo VI

São Jorge Antigo V

São Jorge Antigo IV

São Jorge Antigo III

São Jorge Antigo II

São Jorge Antigo I

Ainda sobre São Jorge...

Ainda mais difícil!...

Quem quer jogar às adivin...

Nostalgia de São Jorge?

O que são Comunidades de ...

Trabalhar em Equipa ou o ...

Qual o lugar das COP na f...

Praça das Redes

Urge Reformar "A Reforma ...

Mão cheia de disseminador...

Teses & Investigação

O Ciclo da Disseminação

Disseminar é preciso

arquivos

Novembro 2009

Agosto 2009

Abril 2009

Fevereiro 2009

Janeiro 2009

Dezembro 2008

Junho 2008

Março 2008

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Novembro 2006

Outubro 2006

Setembro 2006

Agosto 2006

tags

todas as tags

Where are You?
Locations of visitors to this page
Subscrever Caminho das Pedras
Assinar com Bloglines
Conversemos!

Radar "Caminho das Pedras"
Copyrights & Créditos
Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.
Quem nos vê? Onde está?
blogs SAPO
subscrever feeds